segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Jardim de Oeiras, depois da cheia

Oeiras não escapou à chuva diluviana que durante a noite e a madrugada de 18 de Fevereiro de 2008 se abateu sobre os distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém.
Dormindo como uma pedra não dei conta da chuva intensa, acompanhada de forte trovoada. Só quando acordei, depois das 10 h da manhã, é que tomei conhecimento que as águas tinham inundado algumas zonas, causando estragos e dificultando a deslocação de quem à hora de ponta se dirigia para os locais de trabalho.
Como sou curioso dirigi-me ao Jardim Municipal para observar os efeitos da tempestade.
Na rotunda, por baixo da ponte do caminho-de-ferro, a circulação automóvel já se efectuava com normalidade.
Apesar do nível das águas da Ribeira da Lage ter baixado, dava para perceber que o caudal tinha subido a um nível superior ao da última grande cheia, em 1983.
Os bombeiros ainda escoavam água de uma casa junto à ribeira, no Mc Donalds os empregados lavavam os acessos ao restaurante com mangueiras ...
... e os trabalhadores da CMO, numa grande azáfama, tiravam pás de lama acumuladas nas ruas e no jardim.







A água galgou o leito do rio e submergiu o parque de merendas e de jogos.































Antigo Parque de Campismo






Muito trabalho de limpeza e de contabilização dos prejuízos há para fazer nos próximos dias






A ventania deitou árvores abaixo e a forte correnteza arrancou e arrastou canas e objectos que encontrou pela frente















... deixando um mar de lama e de lixo para ser recolhido.

3 comentários:

Anónimo disse...

Caramba!

Fox disse...
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Duran disse...
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