quarta-feira, 2 de julho de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Boa viagem, princesa!
Ontem como hoje, estou feliz, igual ao Rei Midas, cioso da sua Áurea princesa. No último ano levantaste voo e, como ave migratória, tens voltado ao ninho. Sei que és feliz quando estás longe; por isso, fico tranquilo e desejo-te muitos e longos voos.

Tu és uma doida! Sempre é verdade que vais saltar da ponte de Sidney? És muito corajosa, feita de uma força indomável. A tua alegria e faceta aventureira contagiam-me!
Estás de partida. Dentro de dias voltas a voar pela Terre des Hommes, passarinho voador! Que o Sinal do poder invencível esteja contigo e ilumine a tua senda!Sabes, tenho uma prenda de anos para ti! A partir de agora não vais poder acusar-me, a brincar, de apego à minha captadora digital de imagem, por me recusar emprestar-ta; ofereço-te uma, similar, para que tu me dês o prazer de voar contigo pelo Planeta Azul, mergulhar nas águas de corais ou caminhar pelas areias do deserto.
A prenda - por enquanto é surpresa - só vai chegar depois de teres partido. Este texto, de que és fonte inspiradora, também só o vais ler na Terra dos Cangurus, ou algures, lá para os lados do Reino de Preste João!
Entretanto, vamos estar os quatro no jantar comemorativo do teu nascimento, num restaurante situado à beira-mar, no Paredão. Na intimidade da família, vais estar alegre, antevendo o prazer de daí a algumas horas estares longe, muito longe, sobrevoando mares e terras remotas.
Princesa, vai mas volta radiante, como o Sol, todas as manhãs!
terça-feira, 27 de maio de 2008
E Deus criou vida nas rochas
Deus fez o mar e colocou nele os peixes.
Fez o céu e colocou nele as aves.
Fez a terra e colocou nela o homem, os animais e as plantas.
Fez as rochas à beira do mar, em Oeiras, e enfeitou-as de lapas, corais, mexilhões, burriés, medusas, caranguejos, anémonas e algas.
E Deus viu que era bom.
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão!
E quando a vida dá muitas voltas, quem se lixa?
Tu és como a anémona que segue a corrente que passa, tu és a lapa presa à rocha, o sulco na areia durante a maré vazia que indica o caminho de regresso ao mar, tu és a densidade da água dentro da qual eu me reencontro e reconstruo. MST
Lapas e corais 
Se ides polas praias atoparedes, pola mañá cedo e a últimas horas do serán, as escolas de gaivotas nos rochedos litorais.
In páxina 28 do Diario de Arousa, o domingo 2 de xuño de 2002

Que procuram eles?

Gaivotas em terra, tempestade no mar?
Os burriés são pequenos caracóis-do-mar que vivem nas rochas e se alimentam de algas. Apanham-se nas maré baixa. Com imperial, são um bom petisco!
Conchinha na praia de Santo Amaro. Quem já foi criança e se foi à praia, brincou, feliz, apanhando conchinhas do mar.
Musgo do mar, algas em putrefacção
Mar de seixos

